Um blog que talvez seja de pequenas reflexões sobre política, filosofia, arte e X-Men. Vamos ver.
A história é o modo de autoprodução humana = Transição da natureza, do modo externo e subsumido de ser, para a autodeterminação.
Ponto culminante : autodeterminação da autodeterminação: História enquanto tal: comunismo.
O momento da história (propriamente dita) é o da História Mundial.
O capital como a entidade e subjetividade do capitalismo. Homologia entre cada capital e o capital social total. Cada parte atualiza o todo (isto é, naquilo que o define, a sua abstração).
Indiferença em relação à matéria, tudo é mercantilizável, tudo é capital potencial.
Toda atividade, na sua conexão social, se torna valor: o valor é a conexão social, o modo do intercâmbio geral, modo da sociabilidade, (tornada, produzida) como pressuposto do capital: o processo de constituição do valor é o processo de pressuposição do capital. A circulação (conexão dos atos de troca), assim como a acumulação primitiva, são os momentos interno e externo desse processo. Processos que passam um no outro, mas não cessam.
O capital é, assim, tanto o modo de existência quanto a forma que a ele se impõe e a ele subsume (a auto-divisão e o dilaceramento íntimo a que o jovem Marx alude). Capital, portanto, é a história, o modo como a conexão social se dá, na temporalidade de uma transição capitalista incessante, bem como na temporalidade cíclica da reprodução do modo de produção: Momentos que se penetram, como transição que se reproduz em ciclos assimétricos, e como reprodução ampliada que progride o nível das relações capitalistas e torna insuficientes ou ultrapassadas as relações capitalistas, na sucessão dos seus ciclos.
O capitalismo se inaugura como constituição da história mundial. Seu berço é o primeiro nível do mercado mundial. Um espaço que se dá em níveis é próprio e fundamental a um processo social que se dá em níveis e momentos. (Níveis e momentos autodeterminados, que derivam de seu próprio conceito — Derivam, não, constituem.
Cosmicídio Atômico
Estudante de Filosofia, formado em história, comunista e fã de Bowie.
Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
2 Responses to Escrito num trem (ou avião, não lembro mais).
Erick Carvalho
fevereiro 28th, 2012 at 11:35 am
Ivan, não escreve mais aqui não? =)
Ivan
março 27th, 2012 at 6:06 pm
Escrevo uns esboços, hehe.